Cenas do Cotidiano

Coisas do dia a dia...

quinta-feira, maio 11, 2006

O SIGNIFICADO DO NUMERO DA SUA CASA.

CASA NÚMERO 3 É uma casa receptiva, exige de seus moradores estejam sempre alegres, otimistas e confiantes. Estimula a criatividade, as idéias e o conhecimento. Sempre tem lugar para mais um. Os moradores de uma casa 3 tentam sempre melhorar o humor dos vizinhos e amigos. O telefone nunca para de tocar. Essa vibração dá muita alegria e felicidade, mas os moradores devem aprender a canalizar as suas energias para não desperdiçar seus talentos. Para equilibrar esta vibração é importante ter tons de amarelo pela casa, que amplia nossos horizontes tornando a vida mais alegre e divertida. Use na decoração objetos, flores amarelas, como por exemplo, os girassóis, alimentos: milho, manga, banana, abacaxi, laranja, etc. CASA NÚMERO 5 Essa vibração exige versatilidade. Seus moradores estarão constantemente em movimento. São pessoas simpáticas, e sempre conseguem o que desejam. Apreciam pessoas livres e independentes. Gostam de ação mesmo quando resultam em confusão. Esta vibração não é favorável para pessoas tensas. Para equilibrar essa energia é preciso usar na casa tons de azuis, o azul céu. O azul traz quietude e paz à mente, use-o na decoração de ambientes, objetos, aquário com peixes azuis, alimentos: ameixa, uva, uva passa, amora. Numero da Casa

PADRÃO GLOBAL

Depois da demissão de Franklin Martins, a Globo deverá colocar também Arnaldo Jabor na geladeira, no período eleitoral. Nada de comentários políticos. No projeto de cobertura das eleições, antes, durante e depois, que a Globo elaborou não há lugar para quaisquer comentários.

PINTURA COM EFEITO

Enquanto não consigo ainda postar e colocar fotos como é o meu desejo vamos ficando por aqui e........... breve está tudo bem....

quarta-feira, maio 10, 2006

MUDANCA DE CASA....

MUDANCA DE CASA Olá amigos blogueiros..........estamos de casa nova, quase pronta.....faz os acabamentos. Todos sabem que ao construir uma casa, o trabalho mais é o de acabamento............. estamos nessa faze...................... Entretanto, já estamos em novo endereço: CENAS DO COTIDIANO

domingo, maio 07, 2006

DIA DAS M�ES EM PORTUGAL.

HOMENAGEM � MINHA M�E Y�RA, QUE J� N�O SE ENCONTRA ENTRE N�S. TENHO MUITAS SAUDADES DELA...

Beleza de M�e

O que dizer a uma mulher fant�stica

e maravilhosa nessa data importante,

que se multiplica por dias e dias,

tornando-os em dias especiais, em

eternos Dia das M�es.

� dif�cil encontrar palavras para

expressar todo o meu carinho

e admira��o.

Procurei por todas as lojas, e n�o achei

em nenhuma, algo que conseguisse demonstrar

a grandeza de meu afeto e respeito.

Ent�o achei que algumas palavras de agradecimento

e amor, pudessem, Mesmo que de maneira superficial

indicar o caminho do meu cora��o, pois assim

voc� poderia segui-lo, e l� sim,

encontraria todo o amor que sinto por voc�.

�s vezes, com o amadurecimento acabamos nos

tornando forte demais, e essa for�a toda muitas vezes

nos impede de deixarmos nossa eterna crian�a

demonstrar nossos sentimentos, mais puros e

sinceros.

Hoje como aquela crian�a de sempre,

veio para dizer-te: "que te amo muito",

e principalmente para agradecer

por ser a minha M�e, a grande respons�vel

por hoje de eu ter me tornado essa

pessoa t�o parecida com voc�.

Me orgulho em t�-la como M�e,

FELIZ DIA DAS M�ES

Embora voc� j� n�o se encontre n�s.

Com carinho,

Francy.

sábado, maio 06, 2006

EU SEI MAS N�O DEVIA

Eu sei, mas n�o devia... Marina Colasanti Eu sei que a gente se acostuma. Mas n�o deveria. A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a n�o ter outra vista que n�o seja as janelas ao redor. E porque n�o tem vista, logo se acostuma a n�o olhar para fora. E porque n�o olha para fora logo se acostuma a n�o abrir de todo as cortinas. E porque n�o abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz. E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplid�o. A gente se acostuma a acordar de manh� sobressaltado porque est� na hora. A tomar caf� correndo porque est� atrasado. A ler jornal no �nibus porque n�o pode perder tempo da viagem. A comer sandu�che porque n�o d� pra almo�ar. A sair do trabalho porque j� � noite. A cochilar no �nibus porque est� cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja n�mero para os mortos. E aceitando os n�meros aceita n�o acreditar nas negocia��es de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos n�meros, da longa dura��o. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: "Hoje n�o posso ir". A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer filas para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar� mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra. A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes. A abrir as revistas e a ver an�ncios. A ligar a televis�o e a ver comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lan�ado na infind�vel catarata dos produtos. A gente se acostuma � polui��o. As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. A luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. �s bact�rias da �gua pot�vel. A contamina��o da �gua do mar. A lenta morte dos rios. Se acostuma a n�o ouvir o passarinho, a n�o ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos c�es, a n�o colher fruta no p�, a n�o ter sequer uma planta. A gente se acostuma a coisas demais para n�o sofrer. Em doses pequenas, tentando n�o perceber, vai se afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acol�. Se o cinema est� cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pesco�o. Se a praia est� contaminada a gente s� molha os p�s e sua no resto do corpo. Se o trabalho est� duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana n�o h� muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado. A gente se acostuma para n�o se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta, de tanto acostumar, se perde de si mesma. Eu sei, mas n�o devia... lhe mandar essa mensagem porque voc� est� t�o sem tempo, mas � que a gente se acostuma a n�o ter tempo pra mais nada, e assim esquecer de dar um oi para os amigos, de dizer 'eu te amo', de beijar e abra�ar quem n�s gostamos... Eu sei, eu deveria n�o me acostumar mais... por isso lembrei de voc�, e gastei um pouquinho do meu tempo pra dizer que pensei em voc�, que gosto muito de voc�, pra n�o me acostumar mais com esse vazio da vida... ******* Formata��o: Aliene Imagens: Internet Midi: Milion�rio

sexta-feira, maio 05, 2006

OS MAIOS

OS MAIOS.....s�o bonecos representativos das diversas profiss�es que existem na regi�o, entre Olh�o e a Fuzeta, passando por Moncarapacho, Bias, Serro S�o Miguel.... � muito engra�ado e vem muita gente de todos os lados para ver esses bonecos..... inclusive n�s..... estivemos por l� para v�-los...

quinta-feira, maio 04, 2006

GRIPE AVI�RIA CHEGA A PARIS.

A GRIPE AVI�RIA CHEGA A PARIS.....

quarta-feira, maio 03, 2006

IGREJA DA M�E SOBERANA EM LOUL�

Na foto do canto, a Igreja da M�e Soberana. Posted by Picasa

PROCISS�O DA M�E SOBERANA EM LOUL�

Todos os anos no dia 30 de abril, � realizada uma prociss�o que vem da Igreja de S�o Francisco, no centro da cidade de Loul�/Algarve, em Portugal e trazem a imagem de Nossa Senhora para a Igreja, no alto do Monte. � muito bonita e o andor � carregado por rapazes e sobem aquele monte correndo.... Adorei ver aquela multid�o, correndo a subir o morro e cantando.... Posted by Picasa

segunda-feira, maio 01, 2006

ARRIFANA na COSTA VICENTINA DE PORTUGAL

Costa Vicentina Parque Natural

O Parque Natural, criado em 1995, percorre a costa desde a Ribeira da Junqueira em S�o Torpes (concelho de Sines) at� Burgau (concelho de Vila do Bispo), passando pelos concelhos de Odemira e Aljezur numa �rea aproximada de 74 736 hectares, mais uma faixa costeira submarina de 2 km de largura. A sua riqueza reparte-se entre a diversidade faun�stica e flor�stica, as actividades agr�colas e o patrim�nio classificado (hist�rico, arqueol�gico e geol�gico). Em toda a �rea do Parque foram identificadas cerca de 200 esp�cies de aves, entre as quais 26 utilizam as fal�sias como nicho para reprodu��o. Na flora, das 750 plantas conhecidas nesta �rea, 46 s�o exclusivas de Portugal e � aqui que dez dos endemismos existentes s�o exclusivos, n�o se encontrando em nenhuma outra parte do mundo. Assim, apesar do aspecto humilde e desolado que apresenta a vegeta��o, crescem na �rea exemplares �nicos, valiosos sob o ponto de vista bot�nico. Al�m das plantas end�micas, a flora desta zona conta ainda com 27 esp�cies que, embora n�o sejam endemismos, s�o raras ou muito raras e mesmo algumas delas s� existem em Portugal nesta �rea. Algumas s�o plantas superiores e incluem �rvores, arbustos e plantas herb�ceas, mas outras s�o plantas inferiores, como um l�quenes tropical (s� conhecido nas Ilhas de Cabo Verde e em Vila Nova de Mil Fontes) e um pequeno feto s� existente em Portugal nas pequenas lagoas de Vila do Bispo. Esta �rea � tamb�m muito freq�entada por v�rias esp�cies de carn�voros, como raposas, ginetos, texugos e fu�nhas e mais para o interior surgem o saca-rabos, o gato bravo e o javali.

ANUNCIANDO NOVOS MODELOS...

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